sábado, 11 de julho de 2009

*-*

Eu te daria um rim se você precisasse. Eu te daria um pedaço de mim!
Eu te daria metade do meu coração se eu pudesse sobreviver com a outra metade pra ficar contigo a vida inteira.

Porque eu te amo, porque você me ensinou o que é amar e porque eu choro escrevendo de ti e engulo o choro quando você me liga.

Eu me sinto orgulhosa porque achei alguém como você e privilegiada porque Deus te fez exatamente como eu sonhei e também porque não preciso me preocupar quando dizem que homens não prestam.

Se eu tivesse um violão e soubesse tocar ele, eu faria isso bem embaixo da sua janela pra te acordar com a minha voz rouca tipo hoje 7:00h (te dizendo que recebi alta do hospital).

E se eu soubesse expressar em canções de amor quão forte é isso que eu sinto que me faz sorrir e ficar te olhando feito boba e chorar e ter medo de te perder... eu faria uma música que começaria assim “my gift is my song...” e lá no meio eu diria algo como “in my life I’ll love you more” e que “oh, Darling, please believe me, I’ll never do you no harm”, “you are the sun, you are the only one” e terminaria te explicando “how wonderful life is now you’re in the world.”

segunda-feira, 27 de abril de 2009

sem nada.

eu sou assuntos pela metade
eu sou problemas mal resolvidos
eu sou a chuva que ameaçou cair e o sol que ameaçou baixar
eu sou o lado ruim da coisa boa
que é impossível separar.

eu sou o amor que pareceu vingar
e se desmanchou como a nuvem que mal se formou
da chuva que ameaçou cair.

sábado, 25 de abril de 2009

divagação~

que triste que o amor que o ódio tenham que andar tão próximos um do outro...
e que mais triste ainda que o limite entre um e outro seja tão sensível...
e que desastre que gente que a gente realmente queira que nos queira está ocupada em outros projetos e não perceba que a gente tá ali... simplesmente ali.

"pq o amor não é suficiente?"
Alice - Closer

domingo, 15 de fevereiro de 2009

cala-te, boca!

endureci meu coração
porque precisei.
e hoje acho estranho...
gostoso, mas estranho!
quando ele me pergunta o que eu fiz durante todo o dia
e diz que queria dividir isso comigo.


pq eu estrago tudo toda vez?

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

nossas histórias.

ele me diz pra parar com os remédios,
mas só me faz ter motivos pra tomá-los.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Sobre o sentimento de dó

Em 10/12


Na minha humilde e sã opinião, cada um deve se enxergar e se colocar em seu devido patamar: nem um degrau acima, nem abaixo.
E o que eu tenho pra falar hoje é sobre dó.
Eu sou muito “dózenta”, mas creio que seja porque a compaixão e a misericórdia sejam essenciais para com qualquer ser vivo.
Esse sentimento não deveria ser mal interpretado, como duas pessoas já me disseram: “não quero que sintam dó de mim!”.
Não que eu seja a senhorita compaixão, eu também acho que as pessoas evoluem quando se encontram em situações desfavoráveis a elas, e, sendo assim, deixo que se levantem sozinhas.
Mas o meu sentimento de dó me arrebata em duas ocasiões:
1. Quando algo ruim acontece a uma pessoa e esta nada pode fazer sobre.
2. Quando algo ruim acontece a uma pessoa e esta nada faz sobre por estar cega, essa pessoa não vê a luz.
Mas pior que não ver a solução que está embaixo do próprio nariz é não se deixar ser ajudado.
Enfim... Esse assunto já encheu o saco.

Do the evolution, baby!

Em 09/12.


Não. Não vou tentar entender o que já está explícito – não há o que entender, eu já vi o que precisava.
Ultimamente, o propósito de Deus pra minha vida tem sido a única explicação pra essas desventuras em série. Mas eu confio nEle.
Eu vejo que Ele ta me posicionando em um ótimo caminho e para isso ta afastando de mim tudo e todos que viriam a impedir ou atrapalhar esse processo.
Eu to andando pelo corredor da minha vida, fechando algumas portas e vendo outras se fecharem sozinhas, mas isso só representa os assuntos mal-resolvidos encontrando solução.
Já sinto a good vibration lá fora e ouço os risos dos que estão lá me esperando.
Aos que ficam, eu só posso desejar que encontrem o caminho da luz.
Aos que vão comigo, eu só posso oferecer minha mão e meu sorriso.
Aos que já estão lá, eu digo: o que essa menina ta conquistando graças a todos vocês não poderia estar fazendo outra pessoa mais feliz.

Em 30/11

Tá, fizeram em partes.
Uma parte estragou o que já não era mil maravilhas, e a outra... Bem, digamos que a outra tá vindo de jegue lá do sertão do Piauí – o que me lembra outra coisa que eu já havia esquecido e não sei no que vai dar.
Engraçado como eu queria – mas não quero aproximação – saber às quantas andam o mico-leão e a pomba. Só pra ter certeza. Hahaha, como eu sou maldosa...
Preciso organizar pensamentos e matematizar minha vida. E vai ser agora que a faculdade foi passear no bosque enquanto a monografia não vem.

Antes de 30/11

"So plant a thought...
... and watch it grow...
... wind it up...
... and let it go..."



Escrever era como um estado de espírito pra mim. “Hoje to escritora!”
Dos meus 19 anos pra cá eu mudei, as crises-póeticas são raríssimas. Queria expor meus sentimentos, mas não sai. Agora só serve como forma de expulsar meus demônios. E como funciona!
Minha subjetividade está regrada. Não faz mais exposição da figura bêbada, de maquiagem borrada.
A que eu to me prestando nessa vida? O que eu espero? Eu sou normal? Sim, sou.
Vida, não vou te questionar, muito menos te apressar. Quanta gente é assim?
Eu tenho paciência pra esperar porque tenho competência pra agir.
E esses remédios que não fazem efeito, hein?

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Sobre mim.

Isso de se abrir e se entregar demais, com o tempo acaba gerando na segunda pessoa um sentimento de poder que se tona maligno.
Das nuvens do céu pro fogo do inferno, num segundo tiram nosso chão.
E nos tornamos a soma de tudo que fazíamos por um futuro inexistente com os planos que sumiram como fumaça. Somos folhas em branco.
De teste drive divino a um final tão comum que me recuso a remoer, com direito ao desprezo e ao gosto amargo da vingança contida.
Rodam, rodam, rodam e caem sempre na mesma doença. São fases confusas, das quais irão se arrepender com a mesma certeza de que 5 e 6 acabam em 2.
Mas que haja um pouco de noção nesse cérebro e que ele não pense com o coração – ele tem mais o que fazer.